Os seminários Histórias da loucura e do delírio exploram a relação entre arte e psiquiatria e como, juntas, as duas áreas se cruzam com concepções de raça, gênero, sexualidade, deficiência física, bem como histórias de colonialidade/decolonialidade. Os palestrantes refletem sobre as diferenças interculturais quanto às experiências de visões e do que a cultura ocidental define como delírio. Abordam também redes de cuidados e espaços de cura, que promovem formas não hierárquicas de relações e interdependências. O programa coloca em primeiro plano questões passadas e presentes de representação e autorrepresentação nas interseções de arte e cuidado; o confinamento e a imaginação criativa; artistas e reforma psiquiátrica; e se volta para artistas e atores culturais contemporâneos cujas obras possibilitam processos participativos de pertencimento com a diferença, promovendo uma compreensão ampliada das múltiplas formas de ser no mundo.
ORGANIZAÇÃO Kaira Cabañas, curadora adjunta de arte moderna e contemporânea, MASP. COORDENAÇÃO André Mesquita, curador, MASP; Glaucea Helena de Britto, curadora assistente, MASP; com assistência de Bruna Fernanda, assistente curatorial, MASP. TRANSMISSÃO AO VIVO O seminário será online, gratuito e transmitido ao vivo pelo canal do MASP no YouTube. As falas serão traduzidas simultaneamente para o português e o inglês, com interpretação em Libras.
PROGRAMA
Em breve mais informações.
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PARTICIPANTES
ABDESLAM ZIOU ZIOU
ANNA KIFFER
BEATRIZ CAIUBY LABATE
BENJAMIN BREEN
DAIARA TUKANO
JEAN KAHLFA
LULA WANDERLEY
MATT BODET
MOLLY SUPERFIN
NICHOLAS POWER
RACHEL SILVERI
REGINA PEIXOTO
SARAH A. WHITT
Os seminários Histórias da loucura e do delírio exploram a relação entre arte e psiquiatria e como, juntas, as duas áreas se cruzam com concepções de raça, gênero, sexualidade, deficiência física, bem como histórias de colonialidade/decolonialidade. Os palestrantes refletem sobre as diferenças interculturais quanto às experiências de visões e do que a cultura ocidental define como delírio. Abordam também redes de cuidados e espaços de cura, que promovem formas não hierárquicas de relações e interdependências. O programa coloca em primeiro plano questões passadas e presentes de representação e autorrepresentação nas interseções de arte e cuidado; o confinamento e a imaginação criativa; artistas e reforma psiquiátrica; e se volta para artistas e atores culturais contemporâneos cujas obras possibilitam processos participativos de pertencimento com a diferença, promovendo uma compreensão ampliada das múltiplas formas de ser no mundo.
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