MASP

CURSOS
DE FÉRIAS

O MASP Escola não para nos meses de fevereiro e julho. Menores, os cursos de férias são indicados para quem tem interesse em um curso rápido e intensivo. As aulas tratam de temas gerais da história da arte, desde estudos aprofundados sobre artistas de destaque da coleção até tópicos específicos dos ciclos anuais de exposições.

Sofonisba Anguissola, Self-Portrait, sem data Panel, 13,2 cm (diâmetro), Foundation Custodia, Collection Frits Lugt, Paris, crédito: Pascal Faligo

Mulheres artistas dos séculos 16 e 17

Com Juliana Ferrari Guide
25, 26, 27 e 28.7.2022 | ONLINE
19H30–21H30

O curso propõe o estudo de cinco artistas italianas que viveram entre os séculos 16 e 17: Properzia de Rossi, Plautilla Nelli, Sofonisba Anguissola, Lavinia Fontana, Artemisia Gentileschi. A cada aula, a vida e a obra destas mulheres serão discutidas, bem como os principais desafios e debates que marcam os estudos sobre elas.

Rosana Paulino, A permanência das estruturas, 2017, acervo MASP, doação Fernando Abdalla e Camila Abdalla, no contexto da exposição Histórias afro-atlânticas, 2018

Arte Afrolatinoamericana

Com Kleber Amancio
21, 26, 28.7 e 2, 4.8.2022 | ONLINE
19H30–21H30

O curso oferece uma visão panorâmica da História da arte afrolatinoamericana, onde serão apresentados artistas, movimentos e conexões de uma história a se fazer. Trata-se de uma narrativa que, por muito tempo, foi sumariamente silenciada e que sobreviveu às margens de uma história que se queria universal, eurocentrada e normatizante. Nesse percurso serão investigados como, a despeito dos sucessivos movimentos de cerceamento, esses sujeitos conseguiram sobreviver, se conectar e produzir narrativas insurgentes.

Lyz Parayzo, Bixinha, 2018, acervo MASP, Doação da artista, no contexto da exposição Histórias das mulheres, histórias feministas, 2019

Tecnologia na arte: da digitalização de acervos aos NFTs

Com Thiago Carrapatoso
19, 21, 26, 28.7 e 2.8.2022 | ONLINE
16H–18H

O mundo da arte foi pego de surpresa pela popularidade de trabalhos em NFT e se viu obrigado a entender o que as tecnologias poderiam trazer para a área. Nas manchetes, porém, o tema era apenas as especulações financeiras feitas com os trabalhos em NFT. Pouco é dito sobre a tecnologia em si e o que ela pode trazer para sociedade. O que mais a tecnologia de blockchain pode trazer para instituições de arte? A partir de uma análise dos setores museológico, artístico, tecnológico e societário, discutiremos como a tecnologia é recebida no setor e também os meandros dos projetos que tem blockchain como base.

 

Carla Zaccagnini, Elementos de beleza: um jogo de chá nunca é apenas um jogo de chá, 2014, acervo MASP

Introdução às histórias das exposições

Com Mirtes Marins de Oliveira
18–22.7.2022 | ONLINE
19H–21H

O curso oferece ferramentas que podem colaborar para a compreensão do cenário de práticas expositivas e curatoriais de forma crítica. Elenca origens dos campos das histórias das exposições e da crítica curatorial, seus termos, padrões de operação, autores e textos que configuram o território. Dessa forma, questiona-se a categoria exposição, buscando analisar suas materialidades em contexto da experiência colonial/moderna. Dessa perspectiva, serão analisadas as propostas expositivas de Lina Bo Bardi, algumas experiências realizadas no MASP da Avenida Paulista, assim como outras, produzidas por diversas instituições e autores.

Carmézia Emiliano, Aprendendo, 2020, acervo MASP

Saberes afro-brasileiros e indígenas na escola

Com Clarissa Suzuki
18–22.7.2022 | ONLINE
19H–21H

O curso apontará reflexões sobre a decolonialidade presente na educação e nas artes, por meio das formulações de conhecimento provenientes das experiências vividas com os saberes afro-brasileiros e indígenas no contexto escolar e em diversos territórios do país. Orientado por projetos que compreendem a educação como ferramenta emancipatória e que a reconhecem como campo fértil para enfrentar a colonialidade e as violências decorrentes dela, o curso partirá do pressuposto de que os estudos e as ações que possibilitam outras compreensões e insurgências das histórias e das memórias excluídas pelo projeto civilizatório moderno/colonial são formas de descolonizar currículos e assumir uma educação antirracista.

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