MASP

ESTUDOS
CRÍTICOS

Nas noites de quinta-feira, o MASP Escola oferece os cursos de Estudos críticos, módulo que aborda tópicos específicos da cultura contemporânea. Cada curso tem duração mínima de 12 horas, ou quatro aulas de três horas cada uma.
De programa intensivo, o módulo se pretende um espaço de debate sobre as intersecções entre a arte e as questões políticas e sociais de peso na atualidade. As aulas também transitam pelos assuntos propostos pelos ciclos temáticos que pautam o programa de exposições do museu a cada ano. 
A matrícula pode ser feita de maneira independente em cada um dos cursos.

Rosa Gauditano, Menino na fonte da Praça da Sé, 1980, doação da artista, 1990. 30F

Mulheres fotógrafas e conflitos políticos no século 20

3-31.10
quintas e sexta
19h-22h

O curso examina momentos da história recente em que a cultura visual se aproximou da política, no trabalho de mulheres fotógrafas, bem como os circuitos de produção e circulação das imagens, e os diálogos que estabeleceram, não só com artistas e intelectuais, mas também com movimentos políticos de relevância no período. Essas fotógrafas colocaram seu ofício e sua arte na linha de frente de conflitos que marcaram o século 20 na Europa e na América Latina, como a Guerra Civil Espanhola (1936-1939), a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) e os regimes ditatoriais no Brasil (1964-1985), Argentina (1976-1983) e Chile (1973-1990).

José Medeiros, Luz del Fuego no Cassino Atlântico, 1950, Coleção Pirelli/MASP de Fotografia

Resposta de mulheres 2.0

5-27.9
quintas e sexta
19h-22h

Em 1975, a convite de um canal de televisão, Agnés Varda pergunta a algumas mulheres: “O que é uma mulher?”. Partindo dessa pequena proposição, iremos abordar as diferentes respostas de artistas e cineastas à representação dos lugares do feminino no imaginário, na arte e na história do cinema.

Antônio Parreiras, Iracema, 1909, doação, Ministro Correia e Castro, 1947. 294P

Violência sexual na literatura de língua portuguesa

8-30.8
quintas e sexta
19h-22h

À medida que o feminismo se impõe como ferramenta incontornável de compreensão da sociedade, as práticas e narrativas que envolvem gênero e sexualidade se transformam. Essa transformação, no entanto, tem afetado pouco as leituras de obras canônicas do idioma português, fazendo com que ainda hoje tenhamos dificuldade em nomear como estupro determinadas passagens, ou mesmo de pensar seu significado num contexto mais amplo. A proposta deste curso é analisar esses trechos à luz de discussões feministas e apontar novos caminhos para a nossa crítica literária.

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