MASP

Histórias das mulheres, histórias feministas

SÁB - DOM/ 14H - 17H
ATÉ 20 PESSOAS
VAGAS LIMITADAS
ATIVIDADES GRATUITAS

 

 

Histórias das mulheres, histórias feministas

Oficinas de desenho: Tarsila popular (manhã)

26.6
qua
11h-12h30

Como parte da programação ligada à exposição Tarsila popular, o MASP realizará oficinas especiais dedicadas ao público infantil. Em cada encontro serão propostos exercícios práticos de desenho de observação, criatividade e memória visual, baseados em diferentes aspectos temáticos e formais das obras de Tarsila do Amaral presentes na exposição.

A relação da artista com as memórias de infância se revela com frequência por toda sua carreira. Entre obras que reconstroem o cenário rural da cidade natal, Capivari, e outras que evocam personagens do imaginário popular brasileiro, como O sapo (1928) e O touro - Boi na floresta (1928), Tarsila recorre ao desenho infantil como fonte de inspiração e enxerga nessa referência um ideal de expressão e capacidade de síntese, qualidades também aspiradas por outros artistas brasileiros do período.

Embalados pela Suíte Infantil (1939), de Souza Lima, exploraremos o universo da artista, povoado por seres fantásticos como A cuca (1924) e o Urutu (1928) e animais da fazenda, envolvidos em palmas, palmeiras, bananeiras e fachadas nas cores do barroco de Minas e das flores do cerrado modernista.

PROPONENTE

Mediação e Programas Públicos

Oficinas de desenho: Tarsila popular (tarde)

22.5
qua
15h-16h30

Como parte da programação ligada à exposição Tarsila popular, o MASP realizará oficinas especiais dedicadas ao público infantil. Em cada encontro serão propostos exercícios práticos de desenho de observação, criatividade e memória visual, baseados em diferentes aspectos temáticos e formais das obras de Tarsila do Amaral presentes na exposição.

A relação da artista com as memórias de infância se revela com frequência por toda sua carreira. Entre obras que reconstroem o cenário rural da cidade natal, Capivari, e outras que evocam personagens do imaginário popular brasileiro, como O sapo (1928) e O touro - Boi na floresta (1928), Tarsila recorre ao desenho infantil como fonte de inspiração e enxerga nessa referência um ideal de expressão e capacidade de síntese, qualidades também aspiradas por outros artistas brasileiros do período.

Embalados pela Suíte Infantil (1939), de Souza Lima, exploraremos o universo da artista, povoado por seres fantásticos como A cuca (1924) e o Urutu (1928) e animais da fazenda, envolvidos em palmas, palmeiras, bananeiras e fachadas nas cores do barroco de Minas e das flores do cerrado modernista.

PROPONENTE

Mediação e Programas Públicos

Linhagem (sábado)

O bordado como articulador da passagem de conhecimento afetivo
29.6
sáb
14h-17h
atividade gratuita

O ponto de partida para a construção desta oficina está nas pesquisas mais recentes de Sol Casal em torno das tradições do fazer manual, tidas como funções executadas por mulheres e transmitidas de geração em geração. A artista propõe tensionar as relações deste saber como ato de resistência, em oposição à perpetuação de padrões ditos femininos. Desta forma, é possível vislumbrar o campo da afetividade, também, como determinante social.
 
A oficina tece um paralelo com a exposição Comodato Masp Landmann – Têxteis Pré Colombianos, em cartaz até dia 28 de julho. Segundo a curadora Marcia Arcuri, a mostra de tecidos constitui uma fonte preciosa para acessar traços dos costumes cotidianos, da cultura e da organização sociopolítica das populações pré-colombianas. A artista apresentará técnicas de bordado e proporá exercícios imaginativos para que cada participante possa, a partir das suas experiências pessoais e coletivas, pensar pontos comuns de representação da nossa sociedade contemporânea.

PROPONENTE

A artista visual Sol Casal nasceu em 1984 em Buenos Aires, Argentina, e hoje vive e trabalha em São Paulo. Tem empreendido pesquisas com as linguagens da fotografia, performance, vídeo e instalação, usando elementos e símbolos do imaginário místico e religioso, associados muitas vezes às tradições populares do fazer manual -- como tricô, costura, renda, bordado. Toma o próprio corpo como objeto de investigação para discutir as relações de representação e apresentação do corpo feminino na contemporaneidade.

Linhagem (domingo)

O bordado como articulador da passagem de conhecimento afetivo
30.6
dom
14h-17h
atividade gratuita

O ponto de partida para a construção desta oficina está nas pesquisas mais recentes de Sol Casal em torno das tradições do fazer manual, tidas como funções executadas por mulheres e transmitidas de geração em geração. A artista propõe tensionar as relações deste saber como ato de resistência, em oposição à perpetuação de padrões ditos femininos. Desta forma, é possível vislumbrar o campo da afetividade, também, como determinante social.
 
A oficina tece um paralelo com a exposição Comodato Masp Landmann – Têxteis Pré Colombianos, em cartaz até dia 28 de julho. Segundo a curadora Marcia Arcuri, a mostra de tecidos constitui uma fonte preciosa para acessar traços dos costumes cotidianos, da cultura e da organização sociopolítica das populações pré-colombianas. A artista apresentará técnicas de bordado e proporá exercícios imaginativos para que cada participante possa, a partir das suas experiências pessoais e coletivas, pensar pontos comuns de representação da nossa sociedade contemporânea.

PROPONENTE

A artista visual Sol Casal nasceu em 1984 em Buenos Aires, Argentina, e hoje vive e trabalha em São Paulo. Tem empreendido pesquisas com as linguagens da fotografia, performance, vídeo e instalação, usando elementos e símbolos do imaginário místico e religioso, associados muitas vezes às tradições populares do fazer manual -- como tricô, costura, renda, bordado. Toma o próprio corpo como objeto de investigação para discutir as relações de representação e apresentação do corpo feminino na contemporaneidade.

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